segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Silencio da Madrugada

O mesmo caminho.

Aquele velho do mato.

Tinha o cheiro d'água.

Da maresia em calmaria.

Da tinta nova fresca,

no barco de pesca.

O caminho

Aquele velho da lua.

Tinha um ruído

esquecido pelo índio..

Um grito de menino

de artistas de areia de praia.

O caminho das águas!

Era divino! Lindo!

Tinha nos cantos

o encanto pelo balanço.

Trazia a lembrança

dos tantos navegantes.

Por ele nos dias.

Passa o tempo

num ritmo lento..

A brisa de passeio,

vem de veleiro.

O silêncio trazido

pelos quatro ventos,

Vem na

jangada

da

madrugada!

Nenhum comentário: