O mesmo caminho.
Aquele velho do mato.
Tinha o cheiro d'água.
Da maresia em calmaria.
Da tinta nova fresca,
no barco de pesca.
O caminho
Aquele velho da lua.
Tinha um ruído
esquecido pelo índio..
Um grito de menino
de artistas de areia de praia.
O caminho das águas!
Era divino! Lindo!
Tinha nos cantos
o encanto pelo balanço.
Trazia a lembrança
dos tantos navegantes.
Por ele nos dias.
Passa o tempo
num ritmo lento..
A brisa de passeio,
vem de veleiro.
O silêncio trazido
pelos quatro ventos,
Vem na
jangada
da
madrugada!
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